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Aplicações práticas de certificação digital na área da saúde

A tecnologia da informação (TI) evoluiu nos últimos anos e trouxe com ela muitas melhorias para diversas áreas, inclusive na medicina. Atualmente, por meio da certificação digital na área da saúde, é muito mais fácil para pacientes e laboratórios de análises clínicas emitirem prontuários eletrônicos em vez de disponibilizá-los em papel. Isso abre a possibilidade de um atendimento ao paciente muito mais assertivo, pois o médico pode conhecer o histórico do paciente e saber, por exemplo, se ele possui alguma alergia.

Para entender melhor como essa solução trouxe inúmeros avanços à área de saúde, preparamos este post para falar um pouco mais de como cada norma de implantação destas tecnologias tem aplicação na prática. Vamos conferir?

Saiba como a certificação digital na área da saúde se tornou essencial para o setor

Apesar das dificuldades do Brasil, muitas das deficiências podem ser minimizadas, ou até mesmo, eliminadas por meio da implantação de uma certificação digital na área da saúde. Afinal, esta solução permite melhorar, extraordinariamente, a eficiência operacional de clínicas e hospitais, ao possibilitar a migração de 100% dos processos físicos para o meio digital.

Imagine que as tradicionais fichas, pastas e prontuários podem ser aposentadas e substituídas pelo computador ou tablet, por exemplo. Quanto isso impactaria no seu tempo de arquivamento e pesquisa de algum histórico do paciente? Ou mesmo com a preocupação com o espaço físico e a segurança desses documentos? Não há dúvidas que a tecnologia se faz necessária hoje na medicina, não somente para os tratamentos em si, mas também nos processos operacionais de rotina de seus profissionais.

Conheça as normas de implementação assinatura digital na área da saúde

TISS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar e o Ministério da Saúde estabeleceram normas para a Troca de Informação de Saúde Suplementar (TISS). Com estas diretrizes que estabelecem o uso da certificação digital na área da saúde suplementar, garante-se a interoperabilidade das informações trocadas entre clínicas, hospitais e outros prestadores de serviços de saúde e os operadores dos planos.

Com esta normatização, os diferentes agentes da área da saúde passam a “falar a mesma língua”. Cria-se um padrão de estrutura, conteúdo, conceitos e terminologias para a troca de informação entre operadoras de planos de saúde e prestadoras de serviço.

Entre as inúmeras vantagens do TISS, estão o aperfeiçoamento da comunicação entre os atores do setor da saúde, redução dos custos administrativos, facilitação na obtenção de informações para estudos epidemiológicos e melhorias na qualidade da assistência ao beneficiário.

SBIS/CFM

Desde 2002, a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) vêm trabalhando em conjunto para padronizar o uso da certificação digital na área da saúde em sistemas de troca de informação, especialmente sistemas de Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) ou Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde (S-RES).

Na prática, a certificação SBIS/CFM definiu dois Níveis de Garantia de Segurança (NGS): o nível 1 abrange S-RES que não utilizam certificados digitais ICP-Brasil e que, portanto, não dispensam o uso de prontuários impressos. O segundo nível é constituído por S-RES que utilizam certificação digital na área da saúde e que eliminam o uso de papel.

Os requisitos para o NGS-2 da certificação SBIS/CFM abrangem questões como a utilização de certificado digital emitido por autoridade certificadora credenciada à ICP-Brasil, uso de formatos abertos de assinatura digital e obrigatoriedade do uso do carimbo do tempo.

Desta forma, unidades médicas avançam na implementação de sistemas mais eficientes de prontuários eletrônicos, já que se criam regras para garantir a segurança e integridade das informações contidas no PEP, garantindo mais eficiência ao sistema médico brasileiro.

Anvisa

Em julho de 2015, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma alteração na RDC 302:2005 que torna obrigatório o uso de certificação digital na área da saúde para laudos eletrônicos emitidos por laboratórios de análises clínicas. Através desta resolução, a Anvisa definiu as diretrizes que garantem a segurança de laudos digitais que dispensam o uso de papel.

Antes, os laudos emitidos continham informações sobre quem os liberou, mas dispensava a assinatura, tanto em formato físico quanto digital. Quando entrar em vigor, a RDC 302:2005 passará a exigir a assinatura do responsável pelo laudo, sendo que a versão digital deve seguir o padrão definido pela ICP-Brasil. Dessa forma, garante-se a integridade do laudo e das informações ali contidas.

Com toda certeza, a certificação digital na área da saúde permitiu aos profissionais agilizarem seus processos e melhorem a eficiência operacional de suas instituições, Com essa solução, é possível armazenar dados, históricos de consultas, acessar informações de medicamentos, tratamentos etc.


 

E aí, gostou do post? A sua clínica, já adotou certificação digital na área da saúde? Então, conte-nos um pouco mais sobre a sua experiência na área de comentários e conheça nossas soluções!

 

*Post originalmente publicado em 25/04/2016 e atualizado em 28/02/2019.

Sergio Roberto de Lima e Silva

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