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Tecnologia e gestão hospitalar: como garantir a segurança da informação na saúde

A lei 13.989, que autoriza o uso da Telemedicina enquanto durar a crise do Coronavírus, fez com que o processo de transformação paperless na área da saúde fosse acelerado. Com isso, vem junto um dos maiores desafios nessa mudança: como garantir a segurança da informação na saúde?

Pesquisa da Global Market Insights aponta que o mercado global da telemedicina chegará a US$ 130 bilhões até 2025, com taxa anual de crescimento de 19,2%, reforçando que a transformação é um longo caminho sem volta. A tecnologia, além de ser utilizada para diagnósticos e detecção de doenças, também tem sido muito utilizada para melhorar a gestão de hospitais e clínicas. Confira nesse post a importância de inovar, sem deixar de lado a segurança de dados. 

Como a inovação pode ajudar na gestão hospitalar

Em meio à pandemia, acompanhamos o crescimento acelerado das Health Techs (startups da área da saúde). O HealthTech Report 2020 apontou que essas startups tiveram um crescimento de 118% no Brasil nos últimos dois anos: de 248 (2018) para 542 startups na área (2020). 

As startups de Gestão e PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente) representam 25% do total. 136 startups da área estão atentas à gestão hospitalar e clínica, e Prontuário Eletrônico do Paciente. A inovação é, hoje, indispensável para hospitais e clínicas. Veja alguns exemplos de como a inovação pode melhorar a gestão hospitalar:

  • Softwares – Permitem marcação de consultas online, envio e recebimento de exames, melhorando a experiência dos pacientes. Ajudam armazenar com segurança as informações, integrando as áreas do hospital. Permitem controle amplo da operação, estoques, e materiais para uso diário da equipe técnica. Tornam as consultas mais ágeis.
  • Armazenamento de documentos eletrônicos e informações em nuvem – Reduz ou elimina o uso de papel, diminuindo a necessidade de espaço para armazenagem de prontuários e documentos. Agiliza os processos. 
  • Telemedicina – Permite realizar atendimentos à distância, evitar contato e aglomeração em filas de espera. Melhora a experiência do médico e do paciente, e permite ao médico emitir receitas, requisições e atestados digitais.

A tecnologia é uma aliada da saúde, mas é preciso ter cautela, uma vez que a segurança da informação na saúde é fundamental. Para o uso de qualquer tecnologia na gestão hospitalar e de clínicas, é fundamental obedecer padrões exigidos pelos órgãos regulamentadores: Conselho Federal de Medicina (CFM), Conselho Federal de Farmácia (CFF), Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI).  Veja a seguir algumas dicas para proteger os dados dos seus pacientes. 



 

Como garantir a segurança da informação na saúde

Proteger e garantir a integridade das informações dos pacientes é ponto-chave quando falamos em usar tecnologia na gestão hospitalar. Qualquer tipo de adulteração pode ser muito grave, impactando diretamente na saúde dos pacientes. Além disso, o uso indevido dos dados pode gerar penalidades. Listamos algumas medidas que devem ser aplicadas para garantir a segurança da informação na saúde:

  • Política interna de segurança da informação – é necessário ter uma empresa capacitada para lidar com a segurança das informações. Instalação de firewall e antivírus é ponto crucial para garantir a segurança das informações.
  • Permissão de acesso – Cuide dos dados que cada funcionário vai ter acesso. Alguns sistemas permitem conceder permissões diferentes para cada pessoa da equipe. Isso faz com que os dados dos pacientes estejam acessíveis somente a quem precisa acessar.
  • LGPD – A Lei Geral de Proteção de Dados entrou em vigor em 2020, tem como objetivo reforçar e defender o consumidor em relação à proteção dos seus dados pessoais. Fique atento: assim como todos os tipos de negócios, os hospitais também devem adequar-se à LGPD.
  • Certificado e Assinatura Digital – São fundamentais para dar segurança às informações e validar receitas, atestados e laudos médicos no ambiente digital. A assinatura digital é uma técnica criptográfica que garante validade jurídica aos documentos assinados digitalmente. Torna-se impossível alterar um documento sem deixar vestígios de que isso aconteceu. As informações criptografadas não podem ser replicadas em um contexto diferente do que foram criados, pois todas as informações ficam gravadas.

O recurso de assinatura digital pode ser facilmente disponibilizado aos usuários do seu hospital ou clínica através da API de Assinatura Digital BRy. Ela permite integrar, de forma ágil, um sistema de assinatura digital ao software do hospital. Com a integração, é possível fazer assinaturas, verificação e utilizar o carimbo do tempo em poucos minutos.

Para saber mais, veja como a Prontmed usou a API de assinatura digital da BRy para acelerar o processo de adequação à telemedicina. Entre em contato conosco para saber como adotar essa medida de segurança no seu hospital ou clínica!

Rafael Godinho

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