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Existem diversos tipos de criptografia, cada uma com características e aplicações específicas, mas que se apresenta como uma ferramenta fundamental para garantir a segurança e proteção de dados confidenciais na era digital.
Com o aumento da dependência da internet, a necessidade de proteger informações sensíveis contra hackers se tornou ainda mais crítica. Para isso, existem diferentes tipos de proteções que atendem a propósitos diversos e oferecem vários níveis de segurança.
Esses métodos são imprescindíveis para preservar a integridade e a confidencialidade das informações que transitam pela internet.
A criptografia fornece segurança e proteção para dados digitais. Ela garante a confidencialidade, a integridade, a autenticação e o não repúdio das informações trocadas. Por isso, tornou-se indispensável para a cibersegurança.
A criptografia corresponde ao processo de transformar dados legíveis em dados ilegíveis a fim de protegê-los. Sem ela, a proteção de dados pessoais e comerciais seria quase impossível.
Ela se baseia em quatro conceitos: confidencialidade, integridade, autenticação e não repúdio.
Enquanto a confidencialidade assegura que apenas as partes autorizadas possam acessar a informação, a integridade faz com que qualquer modificação não autorizada nos dados seja detectada.
Já a autenticação é responsável por verificar a identidade das partes envolvidas na comunicação. Por fim, o não repúdio impede que uma parte negue ter participado da comunicação.
Basicamente, existem dois tipos de criptografia: simétrica e assimétrica. Elas funcionam de modos diversos e possuem objetivos próprios.
A criptografia simétrica usa uma única chave secreta para encriptar e decriptar os dados. Ela é, geralmente, rápida e eficiente para grandes volumes de dados. Dentre os exemplos, destacam-se o DES e o AES.
Por sua vez, a criptografia assimétrica utiliza um par de chaves: pública e privada. A chave pública é compartilhada para encriptar dados e a privada é mantida em segredo para decriptá-los. O RSA é um exemplo popular.
Ainda que a criptografia assimétrica seja mais segura, é mais lenta. Por isso, costumeiramente é utilizada para proteger chaves simétricas em vez de grandes volumes de dados.
Os algoritmos usados pelos diferentes tipos de criptografia são essenciais para garantir a segurança dos dados em sistemas modernos.
O DES (Data Encryption Standard) foi um dos primeiros algoritmos de criptografia simétrica amplamente adotados. Ele utilizava chaves de 56 bits para realizar a cifragem por blocos de dados.
Apesar disso, hoje ele é considerado inseguro, o que se deve à facilidade de quebra por força bruta.
Já o AES (Advanced Encryption Standard), sucessor do DES, usa chaves de 128, 192 ou 256 bits, de modo que oferece um grau muito mais elevado de segurança. Ele é utilizado em diversas aplicações, desde segurança de Wi-Fi até comunicação segura em bancos.
O Triple DES corresponde a uma versão aprimorada do DES. Nele, o Data Encryption Standard é aplicado três vezes em cada bloco de dados, de forma a aumentar a segurança.
Apesar disso, o AES é o mais utilizado hoje, o que se deve especialmente à sua eficiência e resistência superior.
O RSA (Rivest-Shamir-Adleman) é um algoritmo de criptografia assimétrica popular, que é utilizado para garantir a troca segura de chaves e a assinatura digital. Ele opera com base no problema matemático da fatoração de números grandes.
Por sua vez, o ECC (Elliptic Curve Cryptography) oferece um nível semelhante de segurança ao RSA. Porém, utiliza chaves menores e consome menos recursos computacionais, além de melhorar a eficiência.
Esses não são os únicos tipos. Algoritmos como Blowfish e cifras de fluxo são usados em várias aplicações, cada um com suas características únicas.
O Blowfish, por exemplo, é conhecido por sua velocidade e eficácia, enquanto as cifras de fluxo são utilizadas em situações que exigem uma cifragem em tempo real.
Para garantir a segurança da informação, a criptografia utiliza diversos métodos que se dedicam à proteção de dados sensíveis contra acessos não autorizados.
Entre as principais práticas utilizadas para isso estão a gestão de chaves criptográficas e o uso de certificados digitais e firmas.
A gestão de chaves é essencial para proteger a informação. Ela envolve a criação, a distribuição e o armazenamento seguro das chaves criptográficas, tudo de acordo com práticas de segurança rigorosas, fundamentais para evitar comprometimentos.
O armazenamento seguro pode ser realizado por meio de hardware security modules (HSM), que garantem proteção física e lógica às informações. Além disso, a rotatividade regular das chaves impede o uso prolongado delas e diminui o risco de que sejam comprometidas.
Os métodos de distribuição de chaves devem garantir que só os destinatários autorizados possam acessá-las. Para isso, aplicam-se técnicas como Key Exchange Algorithms (algoritmos de troca de chaves).
Os certificados digitais autentificam a identidade das entidades e garantem que a comunicação seja segura. Eles são emitidos por autoridades certificadoras e utilizam criptografia para validar a identidade do remetente e destinatário.
Para adquirir um certificado digital, é necessário passar por um processo de verificação de identidade. Com eles é possível assinar documentos eletronicamente, sem abrir mão da autenticidade e da integridade.
Utilizar certificados e firmas digitais é uma prática essencial para a segurança da informação, o que faz com que apenas os usuários autenticados possam acessar e modificar os dados sensíveis em questão.
No mundo digital, a criptografia se tornou imprescindível para garantir a segurança e a privacidade dos usuários. Ela é capaz de proteger desde transações financeiras até dados pessoais em diferentes plataformas digitais.
A criptografia em aplicações móveis e online se dedica à proteção de dados sensíveis. Em compras online, por exemplo, ela garante que as transações financeiras e informações de cartão de crédito sejam seguras e privadas.
Aplicativos de mensagens, como WhatsApp, utilizam os tipos de criptografia de ponta a ponta para proteger a privacidade das conversas entre usuários. Além disso, muitos apps de autenticação utilizam técnicas criptográficas para fazer com que apenas usuários autorizados tenham acesso aos dados.
Outro campo importante é o das criptomoedas. As transações com criptomoedas, como Bitcoin, usam os tipos de criptografia para que as transferências sejam seguras e invioláveis. Tais medidas previnem fraudes e aumentam a confiança dos usuários nas tecnologias digitais.
A criptografia quântica representa a próxima grande revolução em segurança digital. Ela usa as propriedades da física quântica e promete uma segurança muito superior aos tipos de criptografia tradicional.
Empresas e instituições de pesquisa se dedicam ao desenvolvimento de algoritmos de criptografia quântica, que serão praticamente impossíveis de quebrar.
Essa tecnologia terá impactos enormes em várias áreas, como nas transações financeiras e no trato de dados pessoais, onde poderá oferecer níveis de proteção antes inatingíveis.
Além da criptografia quântica, outras tecnologias emergentes estão em desenvolvimento para enfrentar os desafios de segurança digital.
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A criptografia desempenha um papel central na proteção de dados e da comunicação. Ela se apresenta em diversos tipos e cada um tem suas próprias características e aplicações específicas.
Enquanto a criptografia simétrica utiliza a mesma chave para cifrar e decifrar informações, a criptografia assimétrica envolve um par de chaves, pública e privada.
Ambos os métodos são importantes no cenário da segurança da informação e requerem práticas meticulosas de gerenciamento de chaves. Por isso, conte com quem entende do assunto e confie suas assinaturas à Bry, que usa o que há de mais avançado no mundo da criptografia.