Ter um prontuário médico eletrônico no seu hospital ou clínica é mais simples do que se pode imaginar. A implantação exige pouca infraestrutura tecnológica diante do grande avanço que representa para os médicos e, principalmente, para os pacientes. Se sua unidade de saúde ainda não implantou o prontuário médico eletrônico, listamos abaixo as tecnologias necessárias:

Tecnologias necessárias para o prontuário médico eletrônico

– Infraestrutura básica20

Antes de mais nada, é essencial que o local de atendimento tenha energia elétrica e cabeamento para a conexão do computador à internet e à rede local da unidade de atendimento.

– Acesso à internet ou rede interna

Para a implantação de um sistema de prontuário médico eletrônico a nível local, os computadores da unidade de saúde precisam estar interligados em rede. Para um uso mais amplo, que interligue várias unidades, é essencial o acesso à internet para que aconteça a comunicação entre as diferentes unidades. Este ponto é primordial, já que em 2014, 29% dos médicos brasileiros não tinham acesso à internet no seu local de atendimento e apenas 51% possuíam acesso à rede local, segundo dados do TIC Saúde.

– Computadores

Pode parecer primário citar a necessidade de computadores, mas vale lembrar que, em 2014, 35% dos médicos ainda não tinham um computador à sua disposição no local de atendimento, segundo o TIC Saúde.

-Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP)

Atendendo aos três pré-requisitos anteriores, só falta instalar o sistema de prontuário médico eletrônico. Apesar de estar se popularizando desde que chegou ao Brasil nos anos 90, o PEP ainda é pouco utilizado. Somente 27% dos médicos afirmam enviar ou receber encaminhamentos dos pacientes de forma eletrônica.

Como você pode observar acima, a adoção do prontuário médico eletrônico é mais descomplicada do que se imagina. Com um pouco de iniciativa, a sua unidade de saúde pode se modernizar para oferecer um atendimento mais eficiente para os pacientes, além de melhorar as rotinas dos colaboradores.