
Assinar eletronicamente não é apertar um botão. É executar um ato formal que precisa resistir ao tempo, à auditoria e, em muitos casos, a uma disputa jurídica. Só com a ferramenta certa você terá uma cadeia de evidências em assinaturas eletrônicas de todos os tipos.
Quando alguém questiona uma assinatura, a pergunta nunca é “houve um clique?”.
A pergunta real é: quais evidências comprovam que aquele ato foi legítimo, íntegro e atribuível à pessoa certa?
É aí que entra a cadeia de evidências.
Cadeia de evidências é o conjunto estruturado de registros técnicos e eventos que comprovam, de ponta a ponta, como uma assinatura aconteceu.
Ela funciona como um rastro confiável que responde, com precisão, perguntas como:
Sem esse rastro, a assinatura até pode existir.
Mas não se sustenta quando precisa ser provada.
Do ponto de vista jurídico e técnico, a interface é irrelevante.
O que vale é o conjunto de evidências associadas ao ato de assinar.
Uma assinatura eletrônica robusta se sustenta em quatro pilares:
E nenhum deles existe sem evidência técnica verificável.

Não existe evidência sem identificação confiável.
Aqui entram os níveis de autenticação, que variam conforme o risco do processo:
Quanto maior o risco jurídico ou financeiro, maior deve ser o nível de autenticação.
Sem isso, a autoria fica frágil.
Integridade garante que o documento assinado é exatamente o mesmo que foi apresentado ao signatário.
Tecnicamente, isso é feito com:
Se o conteúdo muda após a assinatura, a evidência quebra.
E quando quebra, todo o ato perde valor.
Aqui está o coração da cadeia de evidências.
O event log registra cada etapa do fluxo:
Esses registros precisam ser imutáveis, sequenciais e correlacionados ao documento correto. Sem log, não há narrativa técnica dos fatos.
Evidência não pode existir só “no momento”.
Ela precisa ser guardada, acessível e verificável no tempo.
Boas plataformas mantêm:
Isso é o que permite auditorias internas, externas e defesas jurídicas futuras.
Em um questionamento real, não é o layout que vira prova. São os artefatos técnicos, como:
Esses elementos, juntos, constroem a linha do tempo confiável do ato.
Resultado: questionável, frágil, facilmente contestável.
Resultado: defensável, consistente e sustentável.
Alguns cenários são recorrentes em disputas e auditorias:
Nenhum desses problemas aparece no dia a dia.
Eles surgem quando alguém questiona o ato.
Uma evidência sem tempo confiável é uma evidência incompleta.
O carimbo do tempo associa data e hora a um evento de forma tecnicamente verificável, fortalecendo a linha do tempo e evitando discussões sobre “quando” algo aconteceu.
Por isso, soluções como Bry Carimbo do Tempo são utilizadas como elemento complementar na cadeia de evidências, especialmente em contextos que exigem maior rigor técnico e jurídico.
Referência técnica (ICP-Brasil):
https://www.gov.br/iti/pt-br/assuntos/icp-brasil
Alguns cuidados fazem toda a diferença:
Plataformas como Bry Signer, por exemplo, trabalham a assinatura como processo estruturado, com registro, rastreabilidade e trilha de evidências, exatamente para evitar esses pontos de falha.
Sem discurso comercial, apenas como referência de abordagem correta.
Assinatura eletrônica não é sobre “facilidade”.
É sobre prova.
A cadeia de evidências é o que transforma um clique em um ato juridicamente defensável, tecnicamente íntegro e auditável ao longo do tempo.Quando ela existe, a assinatura se sustenta.
Quando não existe, sobra apenas a narrativa.









